The altitude was one of the main characters in this edition of the Olympic Games. The 2240 meters above the level of Mexico City Sea caused lacked air to thousands of registered athletes in the Games, especially those who relied on speed to get their medals.
In addition, the "thin air" contributed decisively to the avalanche of broken records in Mexico City - were 68 world records and 301 Olympic.
The anti-doping control was also present for the first time in Olympic history. And the first case came from a country usually averse to this type of device: Sweden. Hans-Gunnar Liljenvall drank beyond measure and was caught with a quantity of unacceptable alcohol in his blood. Liljenvall and all the Swedish team ended up disqualified from the race Pentathlon, which had won the bronze medal.
The distrust of the sex of some champion athletes in previous editions won a powerful ally. Tests for Sex evidence entered the field and caused some athletes of the communist bloc give up to compete in Mexico.
quarta-feira, 8 de junho de 2016
domingo, 5 de junho de 2016
Fotos 1968
A cena mais famosa dos Jogos mexicanos: em protesto contra o racismo, Tommie Smith e John Carlos, ouro e bronze nos 200 m do atletismo, levantam os punhos com luvas negras.
Nelson Prudêncio quebrou o recorde mundial do salto triplo, mas acabou com a medalha de prata na Olimpíada de 1968.
O russo Victor Saneyev conquista o ouro no salto triplo; ele e o brasileiro Nelson Prudêncio quebraram o recorde mundial.
O time espanhol de basquete em frente à Vila Olímpica mexicana.
Destaques
Robert Beamon (EUA)
O salto de Robert Beamon é, até hoje, o mais famoso da história das Olimpíadas. Na final do salto em distância, o norte-americano registrou 8,90 metros. Na época, o recorde mundial era de 8,35 metros, 55cm a menos do que a marca de Beamon.
O salto foi tão impressionante que permanece até hoje como recorde olímpico - o recorde mundial durou até 1995, quando o também norte-americano Mike Powell saltou 8,95m no Mundial de Tóquio. Desde 1901, os recordes mundiais do salto em distância avançavam, em média, 6cm entre cada marca. A maior diferença até então tinha sido de 15cm.
O maior salto da história olímpica
Antes do início dos Jogos, o norte-americano era o favorito ao ouro. Ele chegou ao México com 22 vitórias em 23 provas disputadas. Durante a competição, quase perdeu, nas eliminatórias, a chance de consagração: após queimar duas vezes, conseguiu o índice para a final no último salto.
Na decisão, o marcador fotoelétrico instalado na caixa de areia registrava apenas até 8,50 metros de distância. A confirmação da marca só saiu após o uso da velha trena. Ao divulgarem o resultado no sistema métrico, o norte-americano ficou sem entender nada. Ao converterem a marca para 29 pés e 2 polegadas, Robert caiu no chão, incrédulo do próprio feito.
Após o recorde, o atleta nunca mais chegou perto de tal marca. Seu melhor salto depois "do salto" foi 8,20 metros. Especialistas afirmam que uma série de condições contribuiu para o desempenho extraordinário de Beamon: a altitude da Cidade do México, que diminui o atrito do ar, e o vento forte no momento do recorde.
O norte-americano saltou com ventos a favor de 2 metros por segundo, o limite permitido para que a Iaaf, a entidade que controla o atletismo, homologasse a marca. Logo depois do salto, uma tempestade caiu no estádio.
O salto de Beamon ficou tão famoso que foi eleito pela revista norte-americana Sports Illustrated como um dos cinco maiores feitos do século 20. O feito foi retratado até mesmo no desenho Os Simpsons como o maior feito da história das Olimpíadas, no qual Beamon salta por cima das arquibancadas e cai fora do estádio.
No México, as Olimpíadas conhecem dois tipos de doping
O primeiro, natural, resultado da altitude: disputados a 2.240 metros do nível do mar, com resistência do ar menor e 30% de oxigênio a menos, os Jogos tiveram 68 recordes mundiais e 301 recordes olímpicos quebrados.
O segundo, artificial. A Cidade do México viu, pela primeira vez, o controle antidoping em Olimpíadas. Somente um atleta foi eliminado por testar positivo a substâncias proibidas - o sueco Hans-Gunnar Liljenvall, do pentatlo moderno, por excesso de álcool.
Além disso, testes de comprovação de sexo para as provas femininas foram adotados, pelas suspeitas sobre as características físicas de algumas campeãs dos países do bloco socialista.
O ano de 1968 foi um dos mais politizados da história. No país sede, pouco antes da abertura, 300 mil estudantes e professores entram em greve e, dez dias antes da festa de abertura, tropas do governo abrem fogo contra milhares de manifestantes na Praça das Três Culturas, matando centenas de jovens.
quinta-feira, 2 de junho de 2016
Mascote dos Jogos Olímpicos de 1968
El Tigre Rojo de Chichen-Itza, mascote extra-oficial dos Jogos de 1968, na Cidade do México
O primeiro mascote conhecido da história das Olimpíadas na verdade não é reconhecido de forma oficial. Ele era baseado em um trono da pirâmide ´El Castillo´, em Chichen-Itza, feito no formato de um jaguar vermelho.
sábado, 28 de maio de 2016
Curiosidades sobre as olimpíadas de 1968
- Os Jogos da Cidade do México foram os primeiros da história a contar com o controle antidoping. O primeiro caso flagrado foi o do sueco Hans-Gunnar Liljenvall, por uso de álcool. A equipe da Suécia, terceira na prova do pentatlo, foi desclassificada. A ingestão de bebida alcoólica entre os atletas do pentatlo é comum para acalmar antes das provas de tiro. Liljenvall, porém, tinha uma concentração da substância muito superior ao limite aceitável. Ao falar sobre a bebedeira, porém, ele disse que só havia bebido duas cervejinhas.
- Nos primeiros Jogos Olímpicos da América Latina, foi feita uma homenagem ao descobrimento da América. Até o México, a tocha seguiu a rota feita pelas caravelas de Cristóvão Colombo.
- O México obteve o pior rendimento de um país anfitrião em Olimpíadas. Conquistou apenas nove medalhas (três ouros, três pratas e três bronzes), ficando em 15º lugar. O segundo pior anfitrião foi da Inglaterra, em 1948, com a 12ª posição.
- No salto em altura, Richard Fosbury (EUA) foi ouro com uma nova técnica, o estilo Flop, em que salta de costas e passa a cabeça antes das pernas. O novo estilo passou a ser usado por todos os saltadores.
- Nas provas da natação, a protagonista foi uma infecção estomacal que derrubou grande parte dos nadadores, entre eles Mark Spitz (EUA), que, mesmo doente, foi ouro nos 4x 100 e 4x200 livre, prata nos 100m borboleta e bronze nos 100m livre.
- Especialistas atribuem a chuva de recordes (68 mundiais e 301 olímpicos) a erros dos juizes na leitura da velocidade do vento. O argumento é a velocidade de exatamente dois metros por segundo - limite para homologação de uma marca - no salto de Robert Beamon.
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